O  Volta Redonda precisa vencer o Ferroviário do Ceará neste sábado a noite para continuar com chances de classificação para o quadrangular que vai definir quem será promovido para a serie B. Mas este não é o único problema que o técnico Neto Colucci terá para este confronto decisivo. O tricolor de aço terá muitos desfalques devido aos erros da arbitragem na derrota para o Santa Cruz.

Os problemas do treinador começam na zaga. Grasson e Heitor foram expulsos obrigando o treinador a escalar defensores suplentes. As contusões de MV que teve que ser submetido a uma cirurgia  e ficará afastado por três semanas, Orlando Junior que também deixou o campo machucado e Wallisson que recebeu o terceiro cartão amarelo. São desfalques certos fazem a preocupação do treinador na reapresentação recamou da arbitragm.

– Precisamos também falar da arbitragem do senhor Paulo, que foi desastrosa. O MV sofreu um pisão maldoso, com ele no chão, que não foi nem amarelo, deram um carrinho por trás no Orlando, que ele nem deu falta, dentre outras entradas fortes que ele fez vista grossa. Enfim, situações que estão sendo recorrentes nesta Série C, já que estão caçando os jogadores do Volta Redonda em campo. Exemplo disso é que o Naninho ficou fora de dois jogos por causa de pancada e os adversários nem foram advertidos. Isso sem contar o grande número de pessoas que estavam na arquibancada do Arruda, gritando, ameaçando e o juiz também não fez nada. Enfim, quero deixar claro que isso não é desculpa, porque perdemos pela nossa má atuação, porém, o que estão fazendo com o Volta Redonda é covardia – afirmou.

Apesar dos problemas o time da Cidade ainda tem chances de classificação se conseguir vencer em casa o Ferroviário e o Tombense e buscar mais três pontos contra Jacuipense e Floresta.

Conselho do Flamengo acata recurso de Eduardo Bandeira de Mello e suspende punição ao ex-presidente 

O presidente do Conselho de Administração do Flamengo, Bernardo Amaral, acatou o pedido de efeito suspensivo em recurso de Eduardo Bandeira de Mello, que havia sido punido com afastamento do quadro social e perda dos direitos políticos há três semanas, pelo mesmo Conselho. Agora, o futuro político de Bandeira de Mello ficará a cargo do Conselho Deliberativo do Flamengo. As informações são do blog da Gabriela Moreira, do portal “ge’.

Com a suspensão, Bandeira de Mello volta a estar apto para participar das eleições do clube que serão realizadas em dezembro. O ex-mandatário não será candidato à presidência, como afirmou após a decisão do Coad, em 16 de agosto, em votação com a presença de 84 conselheiros e 52 votos a favor.

– Meus acusadores torturaram o estatuto do clube para encontrar uma forma de me alijar do quadro associativo e do processo eleitoral do Flamengo. Num processo com motivação política, fui punido por crime de opinião. Tenho orgulho de estar do lado oposto ao deles. Vou recorrer da decisão e tenho certeza que em dezembro estarei na Gávea para votar no meu candidato.

Marco Polo del Nero tem pena reduzida para 20 anos de suspensão por corrupção no futebol

O ex-presidente da CBF Marco Polo del Nero teve o seu recurso acolhido em parte pelo Tribunal Arbitral do Esporte. Em decisão definida na quarta-feira, o dirigente teve a pena TV reduzida para 20 anos de suspensão.

Em 2018, a Fifa baniu Del Nero do futebol de forma vitalícia por violar os artigos 21 (suborno e corrupção), 20 (oferecer ou aceitar presentes ou outros benefícios), 19 (conflitos de interesse), 15 (lealdade) e 13 (regras gerais de conduta) do Código de Ética da entidade.

Ele já estava suspenso preventivamente desde dezembro de 2017, data de início da pena. Assim, com a nova decisão, ele poderia voltar ao futebol em dezembro de 2037, quando terá 96 anos.

A defesa de Del Nero confirmou a decisão do Tribunal Arbitral do Esporte. O órgão com sede em Lausanne, na Suíça, é a última instância em casos de justiça desportiva. Os advogados de Del Nero avaliam se vão recorrer à Corte Federal da Suíça.

Eleito presidente da CBF em 2014, sucedendo José Maria Marin, Marco Polo del Nero tornou-se alvo de investigações do FBI em 2015, suspeito de envolvimento em esquemas de corrupção – e desde então não deixou mais o Brasil, onde não é acusado de crime algum. Naquele ano, foi indiciado pelo departamento de Justiça dos EUA por sete crimes (três de fraude, três de lavagem de dinheiro e um por integrar uma organização criminosa). Logo depois, o Comitê de Ética da Fifa abriu uma investigação interna, que demorou a avançar.

Jornalista venezuelano tem prisão pedida em Caracas por incitar cântico ofensivo à esposa de Messi

Um dia antes da seleção venezuelana receber a Argentina pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2022, o procurador-geral da Venezuela, Tarek Saab, pediu a prisão e indiciamento de um jornalista esportivo do país por “violência simbólica e promoção do ódio”, devido a um comentário no Twitter incitando a torcida a cantar uma música ofensiva à esposa de Lionel Messi, Antonella Roccuzzo.

Em qualquer lugar do mundo, incitar violência, ofender pessoas indefesas, ameaçar fisicamente é considerado grave ofensas as leis do país e desobediência constitucional. Até na Venezuela as leis de ofensas e ameaças a dignidade é crime. Infelizmente no Brasil este tipo de comportamento não é punido e conta com apoio até de autoridades.

Reclassificações de rivais deixaram Daniel Dias sem 5 ouros e R$ 800 mil

Depois de ganhar 14 medalhas de ouro nas últimas três edições dos Jogos Paralímpicos, Daniel Dias encerrou sua participação em Tóquio-2020 com apenas duas medalhas individuais, ambas de bronze, e passando longe de brigar por algo melhor. Não que o brasileiro tenha piorado consideravelmente seus tempos, seus velhos rivais da classe S5 tenham evoluído ou alguém mais talentoso tenha surgido. O desempenho é reflexo de contestáveis rebaixamentos funcionais de atletas da Itália, da Espanha, da Ucrânia e da China, que tiraram R$ 800 mil e cinco medalhas de ouro do brasileiro.

“Eu senti muito na pele. Toda essa reclassificação afetou o número de medalhas do que eu podia conquistar, o que eu podia fazer”, avaliou Daniel Dias, em entrevista coletiva em Tóquio. Não fossem os atletas rebaixados, o brasileiro teria ganho cinco medalhas de ouro. Cada uma delas vale prêmio de R$ 160 mil oferecido pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).